Áreas Experimentais: espaços planejados para atender demandas práticas de vários cursos

Publicado em: 30 de novembro de 2015 00h11min / Atualizado em: 30 de novembro de 2016 00h11min

As áreas experimentais da UFFS são espaços planejados para atender as demandas práticas de vários cursos, entre eles os de Agronomia, Medicina Veterinária, Nutrição, Engenharia de Aquicultura e Engenharia Ambiental, além de atividades envolvendo aulas práticas, pesquisas e projetos e programas de Extensão, nos campi Cerro Largo (77.839,63m2), Chapecó (347.930,10m2), Erechim (247.307,55m2), Laranjeiras do Sul (474.366,35m2) e Realeza (260.216,25m2).

A configuração desses espaços e a sua estruturação iniciou em 2011, com a formação de comissões para planejamento e as primeiras aquisições de implementos. Em 2012, iniciou-se a estruturação técnica, com a criação das Coordenações Adjuntas de Áreas Experimentais (CAAEX). Essa estruturação foi ampliada com a vinculação de engenheiros agrônomos e técnicos em agropecuária.

A estruturação técnica representa uma referência no que se refere ao planejamento das áreas experimentais, à supervisão e implantação desses espaços, à avaliação da viabilidade e adequação dos projetos relacionados às áreas experimentais de cada campus e à organização das demandas de aquisições de materiais permanentes e consumíveis.

Em 2013, o planejamento coletivo dos coordenadores adjuntos e da Secretaria Especial de Laboratórios (Selab) viabilizou a organização de um processo licitatório com mais de 40 implementos agrícolas, num investimento que soma mais de R$ 1.600.000,00, para diferentes aplicabilidades. Com os equipamentos que já haviam sido adquiridos, os valores investidos atualmente chegam a R$ 2.100.00,00.

Conforme a chefe do Departamento de Apoio às Áreas Experimentais, Cladis Lutinski, também estão sendo feitas aquisições de outros equipamentos, como ferramentas, insumos e suprimentos para viabilização de aulas práticas, Trabalhos de Conclusão de Cursos (TCCs), projetos de pesquisas e atividades de Extensão. “Sobre a estruturação física, cada campus conta com um galpão de aproximadamente 500m², o qual serve de abrigo aos implementos e, futuramente, com a execução do layout interno, comportará espaços para diferentes finalidades, como depósito, oficinas para manutenção dos implementos, salas para aulas práticas, entre outros”, informa Cladis.

Com o início das atividades práticas nos espaços das Áreas Experimentais, em 2014, a Selab percebeu a necessidade do estabelecimento de diretrizes para gestão e utilização desses espaços, bem como a atribuição de competências e obrigações para os usuários. Essas diretrizes estão estabelecidas na Instrução Normativa Nº 05 – SELAB, publicada em maio de 2015. O documento estabelece regras de funcionamento das áreas experimentais e ampara institucionalmente as Coordenações Adjuntas na organização dos espaços, viabilizando o melhor e mais seguro aproveitamento, com o estabelecimento de competências e obrigações aos usuários.