Evento compartilha experiências do Programa Institucional de Iniciação Científica da UFFS

Publicado em: 25 de abril de 2015 09h04min / Atualizado em: 27 de março de 2017 14h03min

Na terça-feira (23) aconteceu o segundo encontro dos estudantes de graduação da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) ligados ao Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica (PIICT), no auditório da Unidade Seminário do Campus Chapecó. O encontro contou com a presença de representantes da Reitoria e da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPEPG). O evento foi compartilhado com estudantes participantes do Programa nos demais campi da UFFS, por meio de videoconferência.

Participou também o estudante Felipe Borges dos Santos, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o qual fez um relato da sua experiência na Holanda por intermédio da participação no Programa Ciência sem Fronteiras. Felipe incentivou os estudantes que desejam participar do Programa futuramente. O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Joviles Trevisol, aproveitou a ocasião para agradecer o trabalho da professora Maria Helena Baptista Vilares Cordeiro, à frente da Diretoria de Pesquisa da UFFS desde 2010. Assume o cargo agora o professor Fernando Perobelli Ferreira.

O Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica da UFFS iniciou em 2010 com a publicação de dois editais prevendo recursos próprios e a concessão de 85 bolsas de iniciação científica a estudantes de graduação. De lá para cá foram publicados mais nove editais, incluindo aqueles em conjunto com CNPq e instituições de fomento à pesquisa, totalizando 437 bolsas concedidas até agora. Atualmente o valor da bolsa é de R$ 400,00 mensais.

 

Ganho institucional e acadêmico

O PIICT está estruturado em torno de cinco eixos: Participação em Projetos, Aperfeiçoamento, Auxílio a Eventos, Eventos e Inserção/Mobilidade Acadêmica. Conforme Maria Helena, a participação em atividades de iniciação científica traz um ganho substancial tanto para a formação acadêmica e pessoal dos estudantes quanto para a própria instituição. Entre as oportunidades que o ambiente da pesquisa proporciona, a professora cita a aprendizagem na elaboração de projetos, acesso à leitura e interpretação de textos técnicos e o desenvolvimento da capacidade de falar em público.

A pesquisadora ainda aponta o desenvolvimento do senso crítico e a troca de experiências com estudantes e pesquisadores de outros países como fatores relevantes na formação acadêmica. “Notamos, também, que as turmas que possuem estudantes inseridos em projetos de pesquisa melhoram substancialmente o nível das discussões”, avalia. Na visão de Maria Helena, a UFFS também será beneficiada, diante da possibilidade destes estudantes continuarem vinculados à instituição num Programa de Pós-Graduação futuramente: “Como já possuem alguma experiência em pesquisa, os projetos poderão ser mais consistentes e elaborados com mais rapidez”, constata.