ATA Nº 7/CGRAD/UFFS/2013

ATA DA 5ª REUNIÃO ORDINÁRIA DE 2013 DA CÂMARA DE GRADUAÇÃO

Aos vinte e três dias de julho de dois mil e treze, às quatorze horas, no

Auditório Bom Pastor, do Campus Chapecó da UFFS, em Chapecó-SC, foi

realizada por videoconferência, a 5ª Reunião Ordinária da Câmara de

Graduação do Conselho Universitário - CONSUNI da Universidade Federal da

Fronteira Sul - UFFS, presidida pelo Professor Élsio José Corá - Presidente da

Câmara em exercício. Fizeram-se presentes à sessão os seguintes

conselheiros: Juliano Paccos Caram, Diretor do Campus Chapecó; Ivann

Carlos Lago, Diretor do Campus Cerro Largo em exercício; Clóvis Alencar

Butzge, Diretor do Campus Realeza em exercício. Representantes Docentes:

10  Antonio Alberto Brunetta (Campus Chapecó), Jackson Luis Martins Cacciamani

11  (Suplente Campus Realeza); Maria Lúcia Marocco Maraschin (Campus

12  Chapecó); Márcio do Carmo Pinheiro (Campus Cerro Largo); Angela Derlise

13  Stübe (Suplente Campus Chapecó). Representante Discente: Leandro

14  Antonio da Luz (Campus Laranjeiras do Sul). Representante dos STA's:

15  Guilhermo Romero (Representante Técnico-Administrativo Campus Erechim).

16  Não compareceram e justificaram ausência os conselheiros: Rosane

17  Rossato Binotto (Representante Docente Campus Chapecó), Thiago Ingrassia

18  Pereira (Representante Docente Campus Erechim) e Kalinton Prestes

19  (Representante Discente Campus Cerro Largo). Não compareceu e não

20  justificou ausência: Jucimara Meotti Araldi (Representante Comunidade

21  Externa - Estado SC). Também fizeram-se presentes à reunião: Andressa

22  Sebben (Diretora de Registro Acadêmico), Derlan Trombetta (Diretor de

23  Organização Pedagógica), Dariane Carlesso (Pedagoga) e Debora Cristina

24  Costa (Técnica em Assuntos Educacionais). O Presidente em exercício, Élsio

25  José Corá saudou a todos e justificou a ausência do prof. João Alfredo Braida,

26  que está em férias. Como estava presente o Reitor, prof. Jaime Giolo, passou a

27  ele a presidência da Câmara de Graduação, durante esta reunião. O então

28  Presidente, prof. Jaime Giolo cumprimentou a todos e disse que estava

29  presente devido à matéria que seria apresentada em seguida, com solicitação

30  de exame em regime de urgência. Passou à apreciação da Ata da 4ª Reunião

31  Ordinária de 2013, realizada em 23 de junho de 2013. Não havendo nenhuma

32  modificação a ser feita, a ata foi declarada aprovada. Passou-se à apreciação

33  da Ata da 2ª Reunião Extraordinária de 2013, realizada em 8 de julho de 2013

34  e não havendo nenhuma manifestação, ficou aprovada. Não havendo

35  informes, passou-se à Ordem do dia: 1. Apresentação do relato do PPC de

36  Licenciatura Interdisciplinar em Educação do Campo - Campus Erechim

37  (Processo nº 23205.001024/2013-68); 2. Apresentação do relato do PPC de

38  Educação do Campo: área de conhecimento Ciências Humanas e Sociais

39  (Processo nº 23205.002591/2013-35); 3. Tramitação de processos dos

40  PPCs (apresentação da proposta da comissão); 4. Debate sobre a oferta

41  de vagas dos cursos de graduação no próximo processo seletivo da

42  UFFS; 5. Regulamento da Graduação. O Presidente destacou que os

43  conselheiros receberam no dia anterior, encaminhamento da matéria: exame e

44  aprovação do Edital para o Processo Seletivo de Medicina - Campus Passo

45  Fundo, com solicitação de regime de urgência. Justificou a matéria afirmando

46  que todos são sabedores que a UFFS encaminhou o projeto de Medicina ainda

47  em setembro de 2012 e que este ficou circulando no MEC, junto com outros

48  projetos, devido a descompassos entre a SESu (Secretaria de Educação

49  Superior) e a Seres (Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação

50  Superior) quanto ao trâmite dos processos. Entraram outras questões em

51  relação à Medicina no Brasil, o programa Mais Médicos, que ganhou força e

52  neste ínterim, também houve mudanças na Seres, o que acabou atrasando

53  bastante a análise dos processos. Na tese do MEC, por se tratarem de casos

54  específicos, os processos mereceriam um caminho próprio. Muitas propostas

55  foram surgindo ao longo deste período, atrasando inclusive o cronograma

56  inicial da UFFS. Em maio houve a publicação de um dispositivo da Seres

57  possibilitando o pedido das instituições para uma autorização em caráter

58  experimental. De posse do projeto refeito, a UFFS foi novamente ao MEC para

59  solicitar a autorização em caráter experimental e recebeu a promessa de que

60  até a metade de junho seria publicado o Ato Autorizativo, o que não se

61  concretizou. Isso gerou problemas, pois o processo seletivo precisa de um

62  tempo para ser realizado, pelo menos um mês para os alunos se inscreverem,

63  mais um tempo para processar os dados do ENEM, publicar os aprovados e

64  realizar as matrículas, para iniciar as aulas dia 16 de setembro. Explicou, ainda,

65  que foi preparado o edital do processo seletivo, encaminhado à Procuradoria

66  para parecer, e agora submete-se a essa reunião em caráter de urgência,

67  porque os atos regulatórios necessários estão sendo publicados. Por isso se

68  está na iminência de abrir o processo seletivo, o quanto antes, para poder dar

69  conta de todo o processo necessário. O Presidente esclareceu que não há

70  alterações substanciais em relação ao edital do processo seletivo anterior,

71  foram asseguradas as mesmas regras, seguindo as leis e decretos superiores,

72  que estabelecem as políticas de cotas para o Brasil. No processo seletivo

73  anterior foram reservadas 5% das vagas para aqueles que fizeram

74  parcialmente em escola pública e segundo o Presidente, observou-se que o

75  índice de inscritos não é desta proporção, chegando a 2,62 %. Neste edital, a

76  proposta é para redução de 2% para quem cursou parcialmente escola pública.

77  O Presidente submeteu aos conselheiros o pedido de inserção desta matéria

78  em regime de urgência. Como não houve questionamentos a respeito,

79  perguntou se havia consenso que a matéria aparecesse em regime de urgência

80  na reunião de hoje, o que foi aprovado, tornando-se o primeiro assunto a ser

81  tratado na reunião. Os demais pontos de pauta permaneceram na mesma

82  ordem e a pauta ficou assim definida: 1. Edital do Processo Seletivo de

83  Medicina - Campus Passo Fundo; 2. Apresentação do relato do PPC de

84  Licenciatura Interdisciplinar em Educação do Campo - Campus Erechim

85  (Processo nº 23205.001024/2013-68); 3. Apresentação do relato do PPC de

86  Educação do Campo: área de conhecimento Ciências Humanas e Sociais

87  (Processo nº 23205.002591/2013-35); 4. Tramitação de processos dos

88  PPCs (apresentação da proposta da comissão); 5. Debate sobre a oferta

89  de vagas dos cursos de graduação no próximo processo seletivo da

90  UFFS; 6. Regulamento da Graduação. Passou-se então ao primeiro item da

91  pauta 1. Edital do Processo Seletivo de Medicina - Campus Passo Fundo.

92  O Presidente esclareceu que a Procuradoria analisou o edital e reconheceu a

93  similaridade em todos os aspectos com o último edital de processo seletivo da

94  UFFS, chamando atenção para alguns aspectos formais, já corrigidos. É o

95  mesmo edital, com as mesas regras, e não houve nenhum problema com o

96  edital anterior. Foi aberta a discussão e o conselheiro Antonio Alberto Brunetta

97  solicitou que o edital fosse lido na íntegra, visto que não houve tempo para tal.

98  Após discussão a respeito e tendo em vista que a maioria dos conselheiros já

99  tinha lido o edital, decidiu-se por analisar o edital por capítulos, fazendo uma

100  síntese do que há em cada um deles e incorporando sugestões. O Presidente

101  ressaltou que a primeira portaria autorizando o funcionamento do curso de

102  Medicina será para a UFFS, o que é uma distinção para esta universidade tão

103  jovem, dinâmica e disposta a dar conta de uma política dessas proporções em

104  atenção a desejos muito profundos da região. Após os esclarecimentos,

105  procedeu-se uma avaliação sistemática do edital, abordando e explicando item

106  por item. Foram feitas algumas sugestões pelos conselheiros, incorporadas ao

107  edital, que foi aprovado para ser publicado imediatamente. O conselheiro

108  Antonio Alberto Brunetta justificou que saiu da sala justamente quando era

109  perguntado se havia consenso sobre a publicação do edital e gostaria de

110  manifestar seu voto contrário de aprovação, tendo em vista sua participação

111  direta na discussão de uma matéria afim (aprovação do PPC do Curso de

112  Medicina - Campus Passo Fundo), no CONSUNI. Diante disto, a presidência

113  colocou o ponto em votação, computados oito votos favoráveis e duas

114  abstenções, sendo considerado então aprovado o edital do processo seletivo

115  de Medicina - Campus Passo Fundo. O Presidente, prof. Jaime Giolo, passou

116  a presidência dos trabalhos ao substituto do Pró-Reitor de Graduação, prof.

117  Élsio Corá, e se retirou da reunião por motivo de outros compromissos

118  assumidos. O agora Presidente prof. Élsio Corá agradeceu a presença do

119  Reitor na condução dos trabalhos e deu continuidade à pauta da reunião. 2.

120  Apresentação do relato do PPC de Licenciatura Interdisciplinar em

121  Educação do Campo - Campus Erechim (Processo nº 23205.001024/2013­

122  68). O conselheiro relator Clóvis Butzge leu o seu voto (ANEXO I),

123  manifestando-se favorável à aprovação do PPC do curso e após, procedeu-se

124  a votação do voto do relator, que foi aprovado pelos demais conselheiros. 3.

125  Apresentação do relato do PPC de Educação do Campo: área de

126  conhecimento Ciências Humanas e Sociais (Processo nº

127  23205.002591/2013-35). O conselheiro relator Antonio Alberto Brunetta, antes

128  de fazer a leitura do voto (ANEXO II), destacou que ainda não ficou esclarecida

129  a natureza dessas avaliações e que numa última discussão, no âmbito de uma

130  reunião da Prograd, se atribuía a finalidade dos pareceres da CGRAD uma

131  dimensão política-institucional, ou seja, a viabilidade e coerência do projeto

132  dentro da instituição. Entende também ser essa a finalidade e não um parecer

133  devidamente jurídico, e questões técnicas, que ficariam a cargo da Diretoria de

134  Organização Pedagógica. Com relação a essa dimensão, chamou a atenção

135  para dois pontos: primeiro, não há nos arquivos que lhe foram disponibilizados,

136  qualquer documento que demonstre em termos de infraestrutura e corpo

137  docente e técnico-administrativa, a viabilidade de implantação do curso;

138  segundo, não tem uma ata de aprovação junto ao colegiado do curso. Nesta

139  situação, está se criando, via edital, um curso de licenciatura que já existe na

140  UFFS, e fica na dúvida se a ata de aprovação do colegiado teria ou não que

141  aparecer. Em seguida, leu seu voto, favorável à aprovação do curso. Houve

142  consenso sobre o voto do relator, e o mesmo foi aprovado. 4. Tramitação de

143  processos dos PPCs (apresentação da proposta da comissão). A

144  conselheira Maria Lúcia Marocco Maraschin, uma das integrantes da comissão

145  responsável por este trabalho, esclareceu que a minuta é um substitutivo da

146  Resolução nº 03/2013 - CONSUNI/CGRAD. Explicou que foram feitos vários

147  movimentos pela comissão, que culminaram neste documento, encaminhado a

148  todos os conselheiros. Sobre o artigo 6º , 2º parágrafo, ficou por definir a quem

149  caberia a decisão da prioridade da análise dos projetos: Prograd ou Câmara de

150  Graduação. A conselheira Maria Lúcia Marocco Maraschin esclareceu que, no

151  seu entendimento, a CGRAD auxiliaria o Pró-Reitor de Graduação a tomar esta

152  decisão. O conselheiro Antonio Alberto Brunetta argumentou que a Câmara de

153  Graduação deve ser a instância recursal e quem deve decidir pela prioridade

154  ou não de um projeto é a Prograd. Após discussão a respeito, houve

155  concordância dos demais conselheiros de que a Prograd definirá a prioridade

156  na análise dos PPCs, por ordem de chegada, sendo aprovada a resolução

157  nestes termos. 5. Debate sobre a oferta de vagas dos cursos de graduação

158  no próximo processo seletivo da UFFS. Todos os conselheiros receberam

159  uma tabela com o número de inscritos nos processos seletivos da UFFS, desde

160  2010, um trabalho feito pela Diretoria de Registro Acadêmico (DRA),

161  apresentado ao Pró-Reitor de Graduação, que encaminhou o assunto para que

162  a CGRAD pudesse, a partir dela, começar um debate com relação à oferta de

163  vagas dos cursos de graduação para os próximos processos seletivos. O

164  Presidente esclareceu que nesta tabela há um panorama bem detalhado por

165  curso e por campus, informando o número de matrículas ativas e trancadas.

166  Destacou que há uma preocupação pelo preenchimento das vagas ociosas em

167  cada curso e afirmou que fez uma consulta à Pesquisadora Institucional,

168  ressaltando a existência da Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de

169  2007, que rege sobre isso. Sobre o remanejamento de vagas de um curso para

170  outro, explicou que segundo a PI, isto não é possível, apenas entre turnos

171  diferentes de um mesmo curso. Sobre a questão da diminuição da oferta de

172  vagas de alguns cursos, não há entendimento da Seres de onde ficariam estas

173  vagas. O conselheiro suplente Paulo Monteiro Nunes chamou a atenção de

174  que existe uma diferença entre o número de vagas do curso e o número de

175  vagas que são ofertadas no processo seletivo. O Presidente enfatizou que a

176  maior preocupação é essa: se não ofertar vagas em um curso, isso geraria

177  vagas ociosas? Sugeriu como encaminhamento, tendo por base estas

178  planilhas, e consultado a DOP e a legislação pertinente no MEC, fazer um

179  apontamento na próxima reunião da CGRAD, deliberando sobre isso da

180  maneira mais adequada possível. O conselheiro Antonio Alberto Brunetta

181  sugeriu que o debate seja feito mais adiante e solicitou que as tabelas sejam

182  transformadas em gráficos, para facilitar a compreensão. Isso só reforçaria a

183  leitura de uma situação que já se conhece: a existência de vagas ociosas.

184  Segundo ele, a grande questão que faz sentido ser debatida aqui é como

185  enfrentar uma política nacional de combate à evasão na educação superior, por

186  que o equívoco não é da UFFS, não é do menino do campo que não consegue

187  se manter na universidade, são motivos alheios ao alcance do trabalho da

188  universidade. Como pode o MEC dizer que temos que aprovar todos que se

189  inscrevem no início. É preciso decidir se vamos converter todo o investimento

190  em expansão da universidade, na abertura de mais cursos e campi, ou em

191  investimento na permanência do aluno da universidade. A chegada da UFFS

192  no oeste de SC é impactante não só pelo volume de investimentos econômicos

193  na região, geração de emprego e renda, mas também pelo impacto profundo

194  no registro cultural, e os alunos que passam a frequentá-la sentem isso na

195  pele, como o caso de mães que resolvem estudar e que não encontram apoio

196  de seus filhos e maridos, porque o lar ainda é um espaço de opressão. Contra

197  isso não há política que dê conta, apenas o tempo. Destacou que a UFFS não

198  pode, como instituição em implantação, ser cobrada a manter índices de

199  aprovação infinitos. O conselheiro Márcio do Carmo Pinheiro (Campus Cerro

200  Largo) solicitou as estatísticas de inscritos no processo seletivo por grupos,

201  baseados nas cotas, considerando aqueles que efetivaram a matrícula, para

202  fazer uma análise mais profunda no percentual de cotas implantado no último

203  ano. O Presidente enfatizou que os dados serão ser solicitados para a diretoria

204  responsável (DRA) e repassados à CGRAD. A conselheira Angela Stübe

205  colocou que no Campus Chapecó, vários colegiados estão discutindo a

206  manutenção de duas entradas, ou ofertar apenas uma, e perguntou se as

207  vagas não ofertadas ficam no colegiado, se isso impacta na ociosidade e qual a

208  consequência institucional disto. O Presidente considerou que essa ociosidade,

209  quando a UFFS estiver na matriz Andifes, será bastante impactante. Sugeriu

210  como encaminhamento, reunir junto com a DOP, com a PI, portarias,

211  resoluções que possam dar amparo a esta Câmara, para que proceda seus

212  estudos e encaminhamentos. Serão juntados documentos, junto com os

213  demais dados solicitados (estatísticas de inscritos no processo seletivo por

214  grupo e matrículas efetuadas, número de transferências, evasão e retenção) e

215  encaminhados aos conselheiros para, na próxima reunião da CGRAD, dia

216  27/08, deliberar sobre a melhor maneira de tratar o assunto, havendo consenso

217  sobre isso. O conselheiro Ivann Lago ressaltou que todo o debate sobre

218  retenção de vagas e evasão, é tão importante e fundamental que deve

219  necessariamente ser permanente na instituição. O apelo é para que este

220  debate não interfira na urgência de publicar o edital do processo seletivo de

221  2014, porque nos últimos anos a UFFS tem sido sempre a última a divulgar o

222  edital, o que traz uma série de prejuízos, inclusive do ponto de vista das

223  matrículas e da ocupação das vagas. O debate deve ser permanente, mas não

224  pode interferir na decisão da oferta de vagas no processo seletivo, gerando

225  atrasos novamente. O conselheiro Antonio Alberto Brunetta concordou com

226  este posicionamento e também enfatizou sobre a política de comunicação da

227  universidade, que deveria encaminhar de maneira mais incisiva a divulgação

228  de seus cursos, ter uma política regular e contínua, e não somente no período

229  do processo seletivo. 6. Regulamento da Graduação. O Presidente explicou

230  que desde 2011 existe uma comissão, com membros de cada campus e da

231  Prograd, trabalhando no documento, que foi finalizado e encaminhado aos

232  conselheiros. Segundo ele, as modificações feitas sintetizam um pouco os

233  anseios de toda a comunidade acadêmica. Será preciso designar um relator

234  para a matéria e, conforme definido em reunião com os coordenadores de

235  curso, estes também deverão ser ouvidos na elaboração do relato. A

236  conselheira Angela Stübe observou que no processo de construção deste

237  documento, houve participação dos colegiados dos campi nas discussões e as

238  sugestões foram incorporadas ao documento. Questionou se havia

239  necessidade de começar novamente todo este processo de discussão ou

240  nomear relatoria e dar os encaminhamentos aqui na CGRAD. A sugestão

241  apresentada pela presidência é que seja designada relatoria e que os demais

242  conselheiros disponibilizem o documento aos coordenadores de curso, e caso

243  haja sugestões, sejam feitas pelos conselheiros diretamente ao relator, em

244  prazo anterior à finalização do relato. A presidência sugeriu como relator o

245  conselheiro José Oto Konzen, que, como não estava presente, foi consultado

246  seu representante, conselheiro Clóvis Butzge. Ficou acordado que as

247  sugestões serão enviadas ao relator, por parte dos conselheiros, até a reunião

248  de 27/08 e o conselheiro relator apresentará seu relato em setembro. O

249  conselheiro Guilhermo Romero se colocou a disposição, caso o conselheiro

250  José Oto Konzen não aceite fazer o relato e todos concordaram com este

251  encaminhamento. Nada mais havendo a tratar, o prof. Élsio José Corá

252  agradeceu a presença de todos e encerrou a reunião às dezessete horas, na

253  qual eu, Debora Cristina Costa, Técnica em Assuntos Educacionais da Pró-

254  Reitoria de Graduação, lavrei a presente Ata, que após aprovada, será

255  devidamente assinada por mim e pelo Presidente. Chapecó, 23 de julho de

256  2013.

Data do ato: Chapecó-SC, 23 de julho de 2013.
Data de publicação: 02 de maio de 2017.

Elsio Jose Cora
Presidente da Câmara de Graduação em exercício

Documento Histórico

ATA Nº 7/CGRAD/UFFS/2013